PF Investiga Ataques Pagos e Coordenados ao Banco Central
- 8 de jan.
- 1 min de leitura
Influenciadores relatam propostas para defender Banco Master

A Polícia Federal abriu inquérito para investigar denúncias de que influenciadores digitais teriam sido pagos para atacar o Banco Central e defender o Banco Master após a decretação de sua liquidação.
DENÚNCIAS REVELADAS
Influenciadores como Rony Gabriel e Juliana Moreira Leite afirmaram ter recebido propostas para divulgar vídeos questionando a decisão do BC, sustentando que a autarquia teria agido de forma precipitada.
As publicações buscariam reforçar uma narrativa favorável ao Banco Master e colocar em dúvida a atuação técnica do Banco Central, responsável pela supervisão do sistema financeiro nacional.
ATUAÇÃO COORDENADA
A Febraban identificou, no fim de dezembro, um volume atípico de postagens com teor semelhante, envolvendo influenciadores que somam mais de 36 milhões de seguidores nas redes sociais.
A PF apura se houve coordenação, pagamento irregular e eventual uso de empresas de fachada para financiar a campanha digital contra o BC.
A liquidação do Banco Master foi decretada em novembro, após o BC apontar falta de recursos para honrar compromissos financeiros, decisão tomada de forma unânime pela diretoria colegiada.
As investigações também envolvem suspeitas de criação de créditos sem lastro e a tentativa de venda do banco ao BRB, operação vetada pelo Banco Central.
Foto: Divulgação / Banco Master
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