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Bolsonaro Tem Piora na Função Renal e Permanece na UTI em Brasília

  • há 5 horas
  • 2 min de leitura

Boletim médico aponta broncopneumonia bacteriana; ex-presidente segue estável e sem previsão de alta da UTI


 

O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou piora nas funções renais e aumento dos marcadores inflamatórios, segundo boletim médico divulgado neste sábado (14). Apesar do quadro, ele permanece estável e segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital em Brasília.

 

De acordo com a equipe médica, Bolsonaro foi diagnosticado com broncopneumonia bacteriana e está recebendo tratamento intensivo. O boletim informa que o ex-presidente permanece consciente e segue sendo monitorado continuamente, sem previsão de alta hospitalar neste momento.

 

QUADRO CLÍNICO

Os médicos informaram que o tratamento inclui antibióticos, hidratação por via endovenosa, fisioterapia respiratória e motora, além de medidas preventivas contra trombose venosa. A equipe também acompanha de perto a evolução da função renal.

 

Na sexta-feira (13), o ex-presidente apresentou febre, náuseas e calafrios, o que levou à internação hospitalar. Nas primeiras horas após o início do tratamento, os médicos informaram que houve estabilização do quadro clínico, embora o estado de saúde ainda exija cuidados intensivos.

 

SITUAÇÃO ATUAL

Segundo o cardiologista Leandro Echenique, Bolsonaro está consciente, com melhora do desconforto respiratório e conseguindo se comunicar. Apesar da evolução inicial positiva, o quadro ainda não é considerado totalmente controlado pela equipe médica.

 

Bolsonaro cumpre pena em uma unidade prisional em Brasília após condenação por tentativa de golpe de Estado. Ele foi transferido para o hospital após apresentar agravamento do estado de saúde durante a madrugada.

 

Essa não é a primeira vez que o ex-presidente precisa de atendimento médico desde que passou a cumprir pena. Em outras ocasiões, ele apresentou episódios de mal-estar, incluindo queda de pressão, tontura e ferimentos após uma queda na cela, situações que também motivaram avaliações médicas e pedidos da defesa por prisão domiciliar.

 

 

Imagem Gerada

 

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