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Governadores Não Reduzem ICMS e Caminhoneiros Ameaçam Paralisação Nacional

  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Alta do diesel pressiona categoria e pode levar a nova greve nos próximos dias


 

A possibilidade de uma paralisação nacional de caminhoneiros voltou ao radar após a decisão de governadores de não reduzir o ICMS sobre combustíveis. A medida contraria um apelo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e amplia a insatisfação da categoria diante da alta do diesel.

 

Caminhoneiros de diferentes regiões do Brasil alertaram o governo federal sobre a possibilidade de greve já nos próximos dias. A mobilização ganhou força após assembleia realizada no Porto de Santos, na segunda-feira (16).

 

PRESSÃO DA CATEGORIA

A principal queixa é o aumento no preço do diesel, agravado por reajustes recentes da Petrobras, que, segundo representantes do setor, anulou os efeitos das medidas anunciadas pelo governo federal.

 

A articulação envolve tanto caminhoneiros autônomos quanto motoristas vinculados a transportadoras. Um comunicado oficial deve ser enviado ao Palácio do Planalto nos próximos dias.

 

GOVERNADORES REJEITAM ICMS

O Comsefaz informou que os estados não irão reduzir o ICMS sobre combustíveis. Segundo o órgão, a medida comprometeria o financiamento de políticas públicas e não garante repasse do desconto ao consumidor final.

 

A decisão frustra a expectativa do governo federal, que havia solicitado “boa vontade” dos estados para ajudar a conter os preços nas bombas.

 

MEDIDAS DO GOVERNO

Diante da escalada do petróleo, impulsionada pela tensão no Oriente Médio, o governo anunciou um pacote emergencial.

 

Entre as ações estão a zeragem de PIS/Cofins sobre o diesel, criação de subsídios para reduzir preços e aumento do imposto de exportação do petróleo.

 

De acordo com o Ministério da Fazenda, não haverá perda de arrecadação, já que a renúncia fiscal será compensada por outras medidas.

 

RISCO DE PARALISAÇÃO

Mesmo com as iniciativas, caminhoneiros afirmam que o impacto prático foi insuficiente. A avaliação é de que os custos operacionais seguem elevados, pressionando a atividade.

 

Caso a paralisação se confirme, o movimento pode afetar o abastecimento e a logística em todo o país, reacendendo o alerta para os impactos econômicos de uma greve da categoria.

 

 

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