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Venda de Refinarias Volta ao Debate Público e Petrobras Anuncia Reabertura de Usina no Ceará

  • há 14 horas
  • 2 min de leitura

Negócios ocorreram principalmente no governo Bolsonaro; estatal planeja retomar produção de biodiesel em Quixadá


 

A venda de refinarias no Brasil voltou ao centro do debate nacional, especialmente em meio a discussões políticas e econômicas sobre o papel da Petrobras no setor de combustíveis.

 

Levantamentos mostram que, nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, não houve venda de refinarias. Pelo contrário, o período foi marcado por investimentos na ampliação e modernização do parque de refino.

 

INÍCIO DOS DESINVESTIMENTOS

Durante a gestão de Michel Temer, foi iniciado um plano de venda de ativos da Petrobras. No entanto, nenhuma refinaria chegou a ser efetivamente vendida naquele momento.

 

VENDAS CONCRETIZADAS

Foi no governo de Jair Bolsonaro que ocorreram as vendas na prática. Entre as principais unidades de Refinarias e Distribuidoras negociadas estão:

 

• RLAM (Bahia), que passou a se chamar Refinaria de Mataripe• REMAN (Amazonas)• SIX (Paraná)

 

• BR Distribuidora (atual Vibra Energia) 

• Gaspetro (atual Commit Gás)

• Liquigás

 

Apesar disso, parte significativa do parque de refino permanece sob controle da estatal, afastando a hipótese de privatização total.

 

REABERTURA NO CEARÁ

Em meio a esse cenário, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, anunciou a reabertura da usina de biodiesel localizada em Quixadá.

 

A unidade, inaugurada em 2008 e desativada desde 2016, deverá voltar a operar após estudos técnicos e análises de viabilidade econômica.

 

O anúncio foi feito durante evento na Refinaria Gabriel Passos, com a presença do presidente Lula e do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

 

IMPACTO REGIONAL

A usina de Quixadá utilizava matérias-primas como a mamona, produzida por agricultores locais, e sua retomada pode impulsionar a economia regional e fortalecer a cadeia de biocombustíveis.

 

Segundo a Petrobras, a unidade permanece em estado de “hibernação”, com manutenção regular, enquanto são avaliadas as condições para retomada das operações.

 

A reabertura é vista como parte de uma estratégia de retomada de investimentos no setor energético e de incentivo à produção de combustíveis renováveis no país.

 

 

Imagem / Arte Gerada


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