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‘Dia do Cão-Guia’: Bailarina Cega Conquista Autonomia com Faísca

  • 29 de abr.
  • 1 min de leitura

História de superação destaca inclusão e atuação do Instituto Adimax


 

No “DIA DO CÃO GUIA”, a trajetória da bailarina Giseli Camillo evidencia como autonomia e inclusão ainda são conquistas diárias para pessoas com deficiência visual. Natural de São Paulo, ela enfrentou desafios desde a infância até alcançar independência com a ajuda de um cão-guia.

 

Giseli nasceu com catarata congênita, perdeu totalmente a visão aos 16 anos e enfrentou dificuldades na escola, incluindo preconceito e falta de compreensão. “Eu tinha baixa visão e ninguém naquela época entendia o que era... As professoras me chamavam de preguiçosa”, relembra.

 

SUPERAÇÃO

Aos 24 anos, ela retomou os estudos, formou-se em educação física e se especializou em dança e yoga. Hoje, atua como professora e coordena o balé de cegos, incentivando outras pessoas.

 

Mesmo após tantas conquistas, a autonomia ainda era um desafio na rotina da bailarina.

 

AUTONOMIA

Há 9 meses, Giseli passou a contar com o cão-guia Faísca, transformando sua mobilidade.

 

“O Faísca representa para mim amor, independência e autonomia”, afirma.

 

Agora, o animal acompanha suas apresentações e rotina, garantindo segurança e liberdade.

 

INCLUSÃO SOCIAL

O trabalho do Instituto Adimax é fundamental nesse processo.

 

“O cão-guia não é apenas uma ferramenta de autonomia, é um passaporte social”, explica Fabiano Pereira.

 

O programa já entregou mais de 104 cães, mas o número ainda é pequeno diante das mais de 7 milhões de pessoas com deficiência visual no Brasil.

 

Para Giseli, ainda há muito a avançar. “Não podemos ser invisíveis, precisamos e merecemos muito mais”, defende.

 

 

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