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EUA já Gastaram US$ 25 Milhões na Guerra e Cortam Recursos aos Americanos

  • há 2 minutos
  • 2 min de leitura

Audiência expõe custos do conflito com Irã e cortes internos bilionários


 

Os Estados Unidos já gastaram cerca de US$ 25 bilhões na guerra contra o Irã, segundo dados apresentados em audiência no Congresso nesta quarta-feira (29). O valor intensifica o debate sobre os impactos fiscais e sociais do conflito.

 

Durante a sessão, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, foi pressionado por parlamentares a explicar os custos e objetivos da operação militar, diante da proximidade do prazo constitucional de 60 dias para ações de guerra.

 

CUSTOS DA GUERRA

O governo confirmou gastos de US$ 25 bilhões em operações militares no Oriente Médio.

 

O valor aumenta a pressão política sobre a gestão de Donald Trump.

 

O secretário respondeu às críticas questionando: “Quanto vocês estariam dispostos a pagar para impedir o Irã de ter arma nuclear?”.

 

ATAQUE CONTROVERSO

Um dos pontos mais sensíveis envolve o ataque a uma escola em Minab.

 

O episódio deixou ao menos 150 vítimas e está sob investigação.

 

Relatórios preliminares indicam possível responsabilidade americana, ainda não confirmada oficialmente.

 

CORTES INTERNOS

Enquanto amplia gastos militares, o governo promove cortes expressivos em áreas sociais. Entre os principais estão:

 

- US$ 1 trilhão no Medicaid, redução de 83,7% em ajuda externa e impacto em programas alimentares.

 

- US$ 18 bilhões em pesquisa médica.

 

- US$ 9,2 bilhões proposto para 2026 e plano de "caminho para eliminação" do Departamento de Educação para 2027.

 

- US$ 6 bilhões na área de Habitação

 

DINHEIRO INJETADO

O orçamento militar, por outro lado, prevê um recorde de US$ 1,5 trilhão, além de aumento de 65% em segurança interna.

 

O cenário fiscal levanta preocupações sobre o aumento da dívida pública, que pode crescer entre US$ 3,8 trilhões e US$ 4 trilhões, enquanto o país equilibra gastos de guerra e cortes domésticos.

 

A estratégia orçamentária também incluiu a extensão de cortes de impostos sancionados em seu primeiro mandato (2017), o que, segundo o Comitê para um Orçamento Federal Responsável, pode aumentar a dívida nacional em cerca de US$ 3,8 trilhões.

 

 

Imagem Gerada


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