Cesta de Páscoa Cai 5,73%, mas Chocolates Disparam 16,71%
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Queda nos preços contrasta com inflação geral de 3,18% e altas em itens tradicionais

A cesta de produtos de Páscoa ficou 5,73% mais barata em 2026, segundo levantamento do FGV. O recuo ocorre pelo segundo ano consecutivo e contrasta com a inflação geral de 3,18% no mesmo período.
Apesar da queda no custo total, alguns itens tradicionais registraram alta expressiva, com destaque para bombons e chocolates, que subiram 16,71%, muito acima da inflação média.
INFLAÇÃO GERAL
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10) apontou alta de 3,18% entre abril de 2025 e março de 2026, refletindo o comportamento médio dos preços no país.
Já a cesta de Páscoa apresentou deflação, puxada pela queda em itens básicos que compõem a alimentação dos brasileiros.
ALTAS EXPRESSIVAS
Entre os produtos que mais subiram estão bombons e chocolates (16,71%), bacalhau (9,9%), sardinha (8,84%) e atum (6,41%).
Esses aumentos impactam diretamente o consumo típico do período, mesmo com a queda geral da cesta.
QUEDA DE PREÇOS
Por outro lado, itens como arroz (-26,11%), ovos (-14,56%) e azeite (-23,20%) ajudaram a reduzir o custo total da Páscoa.
Outros produtos tiveram variações mais moderadas, como pescados frescos (1,74%) e vinhos (0,73%).
Nos últimos anos, o comportamento dos preços tem alternado entre alta e queda, com duas Páscoas inflacionárias e duas com deflação.
Mesmo com oscilações, o acumulado de quatro anos indica alta inferior à inflação geral, mostrando mudança no padrão de consumo e preços.
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