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Celular de Vorcaro Tem Lista de 18 Deputados no WhatsApp

  • há 6 horas
  • 2 min de leitura

Aparelho apreendido pela PF reúne contatos de parlamentares com foro privilegiado


 

Um celular apreendido pela Polícia Federal na investigação contra o empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, reúne contatos de 18 deputados federais e lideranças políticas. O aparelho, considerado o telefone “comercial” do empresário, segue sob análise das autoridades.

 

Entre os nomes registrados estão o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), o ex-presidente Arthur Lira (PP-AL) e o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), além de outros parlamentares de diferentes partidos e estados.

 

CLASSIFICAÇÃO TÉCNICA

Relatório vinculado ao aplicativo WhatsApp identificou contatos recíprocos, quando ambos têm o número salvo, e unilaterais, quando apenas o titular mantém o registro.

 

Segundo fontes que acompanham o caso, o dispositivo era utilizado para contatos institucionais e empresariais. A apreensão ocorreu na primeira fase da apuração que investiga possíveis irregularidades envolvendo o Banco Master.

 

LISTA CITADA

Veja os nomes de parlamentares encontrados

- Marcelo Álvaro (PL-MG)

- Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG)

- Hugo Motta (Republicanos-PB)

- Arthur Lira (PP-AL)

- Nikolas Ferreira (PL-MG)

- Diego Coronel (PSD-BA)

- Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)

- Altineu Côrtes (PL-RJ)

- Doutor Luizinho (PP-RJ)

- Fausto Pinato (PP-SP)

- João Carlos Bacelar (PL-BA)

- Márcio Marinho (Republicanos-BA)

- Flávia Arruda (PL-DF)

- Rodrigo Maia (PSD-RJ)

- Lucas Gonzalez (Novo-MG)

- Vinicius Poit (Novo-SP)

- Bilac Pinto (União Brasil-MG)

- Fábio Mitidieri (PSD-SE)

 

A presença de Nikolas Ferreira acrescenta um elemento já revelado publicamente. Reportagem de O Globo mostrou que o deputado utilizou um jatinho ligado a Vorcaro durante a campanha eleitoral de 2022, em agendas de apoio ao então presidente Jair Bolsonaro.

 

Até o momento, não há indicação de que a simples presença dos nomes na lista de contatos implique irregularidade. As investigações seguem sob responsabilidade da Polícia Federal e do Supremo Tribunal Federal.

 

 

Fotos: Reprodução

 

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