Relator Rejeita Propostas do Governo Sobre Trabalho por Aplicativos e Muda Projeto
- 6 de abr.
- 2 min de leitura
Deputado deve apresentar novo parecer sem piso de R$ 10 e adicional por quilômetro

O deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE) deve apresentar um novo parecer ao projeto que regulamenta o trabalho por aplicativos, rejeitando pontos centrais sugeridos pelo grupo do governo.
A proposta em discussão foi elaborada com base em recomendações de um grupo coordenado pelo ministro Guilherme Boulos, mas enfrenta resistência no Congresso Nacional.
PISO DESCARTADO
O relator decidiu não incluir o piso de R$ 10 por corrida nem o adicional de R$ 2,50 por quilômetro rodado, considerados inviáveis economicamente pelas plataformas.
Segundo Augusto Coutinho, a proposta deve manter o valor mínimo de R$ 8,50 por viagem, já previsto em versões anteriores do texto.
NOVA REGRA APPS
O relatório também traz mudanças na chamada taxa de retenção, que define o percentual que as empresas podem ficar sobre o valor pago pelo cliente.
A ideia é estabelecer um teto médio semanal de 30%, permitindo variações conforme a demanda, desde que haja compensação ao longo da semana.
PAGAMENTO ROTAS
Outro ponto em discussão envolve o pagamento por entregas agrupadas, comuns em aplicativos de delivery e transporte.
O relator estuda um modelo escalonado, com pagamento integral na primeira corrida, 50% na segunda e 25% a partir da terceira, mas ainda avalia ajustes após críticas de empresas e restaurantes.
A proposta deve ser votada ainda em abril, após articulação com o presidente da Câmara, Hugo Motta.
O debate evidencia divergências entre governo e Congresso sobre a regulação do setor e o equilíbrio entre remuneração e sustentabilidade econômica.
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