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Escolas de SP Estão Desde Junho Sem Verba de Manutenção

Falta de repasses compromete reparos básicos antes do ano letivo


 

Desde junho do ano passado, escolas estaduais de São Paulo enfrentam dificuldades para manter a infraestrutura básica por causa da ausência de repasses do governo estadual destinados à manutenção predial.

 

VERBAS SUSPENSAS

Diretores relatam que, sem os recursos, não foi possível realizar consertos essenciais, como reparos em telhados, janelas, ventiladores, além da limpeza de caixas-d’água, dedetização e desratização.

 

Com a proximidade do início do ano letivo, a situação gera preocupação entre gestores e comunidades escolares, já que muitas unidades não estão plenamente preparadas para receber alunos e professores.

 

ESTRUTURA PRECÁRIA

Além dos problemas físicos, escolas afirmam enfrentar falta de cadeiras e carteiras, recorrendo à troca ou doação entre unidades, já que o mobiliário não é reposto há cerca de três anos.

 

Após questionamentos da imprensa, a Secretaria Estadual da Educação informou que os recursos foram liberados, concedendo prazo de apenas 13 dias para que as escolas realizem os reparos necessários.

 

O dinheiro faz parte do PDDE Paulista, programa criado em 2019 para garantir autonomia às escolas na solução de problemas estruturais e compra de materiais.

 

O atraso ocorre em um contexto de mudanças no orçamento, após a aprovação de uma PEC que reduziu o percentual mínimo da receita destinado à educação no estado.

 

 

Fotos: Reprodução / Redes Sociais

 

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