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Escolas de SP Estão Desde Junho Sem Verba de Manutenção

  • 23 de jan.
  • 1 min de leitura

Falta de repasses compromete reparos básicos antes do ano letivo


 

Desde junho do ano passado, escolas estaduais de São Paulo enfrentam dificuldades para manter a infraestrutura básica por causa da ausência de repasses do governo estadual destinados à manutenção predial.

 

VERBAS SUSPENSAS

Diretores relatam que, sem os recursos, não foi possível realizar consertos essenciais, como reparos em telhados, janelas, ventiladores, além da limpeza de caixas-d’água, dedetização e desratização.

 

Com a proximidade do início do ano letivo, a situação gera preocupação entre gestores e comunidades escolares, já que muitas unidades não estão plenamente preparadas para receber alunos e professores.

 

ESTRUTURA PRECÁRIA

Além dos problemas físicos, escolas afirmam enfrentar falta de cadeiras e carteiras, recorrendo à troca ou doação entre unidades, já que o mobiliário não é reposto há cerca de três anos.

 

Após questionamentos da imprensa, a Secretaria Estadual da Educação informou que os recursos foram liberados, concedendo prazo de apenas 13 dias para que as escolas realizem os reparos necessários.

 

O dinheiro faz parte do PDDE Paulista, programa criado em 2019 para garantir autonomia às escolas na solução de problemas estruturais e compra de materiais.

 

O atraso ocorre em um contexto de mudanças no orçamento, após a aprovação de uma PEC que reduziu o percentual mínimo da receita destinado à educação no estado.

 

 

Fotos: Reprodução / Redes Sociais

 

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