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IBGE Registra Recorde de Empregos com Carteira Assinada no Setor Privado

  • há 47 minutos
  • 2 min de leitura

Número de trabalhadores formais chegou a 39,4 milhões no trimestre, segundo a Pnad Contínua



O número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, excluindo empregados domésticos, chegou a 39,4 milhões no trimestre encerrado recentemente. O resultado é o maior já registrado pela série histórica da Pnad Contínua, iniciada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em janeiro de 2012.


Apesar do recorde, o contingente permaneceu praticamente estável no período. Na comparação com o trimestre anterior, houve variação de 0,4%. Em relação ao mesmo período do ano anterior, o crescimento foi de 0,8%, mostrando manutenção do nível elevado de ocupação formal no setor privado.


RECORDE HISTÓRICO

O contingente de 39,4 milhões de trabalhadores com carteira assinada representa o maior nível registrado desde o início da série. O resultado reforça o peso do emprego formal no mercado de trabalho brasileiro e acompanha um cenário de elevado número de pessoas ocupadas.


Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, divulgada pelo IBGE nesta quinta-feira (27). O levantamento acompanha a evolução do mercado de trabalho e permite comparar o comportamento da ocupação formal e informal ao longo dos anos.


EMPREGO SEM CARTEIRA

O setor privado também registrou 13,8 milhões de empregados sem carteira assinada. Esse grupo cresceu 3,6% no trimestre, o equivalente a 477 mil pessoas a mais, enquanto na comparação anual apresentou variação de 2,1%, ou aumento de 283 mil trabalhadores.


Somando empregados com e sem carteira, o setor privado alcançou 53,2 milhões de trabalhadores. O resultado também representa o maior contingente já registrado pela série histórica do IBGE, considerando os trabalhadores domésticos fora desse cálculo.


MERCADO DE TRABALHO

O avanço do emprego formal ocorre mesmo com estabilidade do número de trabalhadores com carteira no trimestre. Ao mesmo tempo, a expansão do contingente sem registro mostra que a informalidade também apresentou crescimento no período analisado pela pesquisa.


O novo recorde reforça a dimensão do mercado de trabalho privado no país. Com 53,2 milhões de empregados, o setor atingiu seu maior nível histórico, enquanto os 39,4 milhões com carteira assinada estabelecem uma nova marca para a formalização do emprego.



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