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STF Derruba Prorrogação da CPMI do INSS por 8 a 2

  • há 15 horas
  • 2 min de leitura

Apenas Fux acompanhou Mendonça; comissão será encerrada em 28 de março


 

O Supremo Tribunal Federal decidiu, por ampla maioria, derrubar a liminar do ministro André Mendonça que prorrogava os trabalhos da CPMI do INSS. Com isso, a comissão será encerrada no dia 28 de março, conforme o prazo original.

 

O placar foi de 8 votos a 2 contra a prorrogação. Apenas Mendonça e o ministro Luiz Fux votaram a favor da ampliação dos trabalhos, destacando-se como as únicas posições divergentes no julgamento.

 

VOTAÇÃO STF

A maioria dos ministros considerou que a prorrogação da comissão não poderia ser determinada pelo Judiciário, por se tratar de matéria interna do Congresso Nacional.

 

Votaram contra a ampliação os ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Nunes Marques, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Luiz Edson Fachin.

 

ARGUMENTOS

Durante o julgamento, Mendonça defendeu a continuidade da CPMI, afirmando que o encerramento poderia prejudicar a apuração de fraudes bilionárias contra aposentados e pensionistas.

 

Ele destacou o impacto social das investigações e a necessidade de aprofundamento dos trabalhos.

 

ENTENDIMENTO MAIORIA

A maioria dos ministros, no entanto, entendeu que cabe ao Congresso decidir sobre eventuais prorrogações, sem interferência do STF.

 

Houve críticas à atuação da comissão, incluindo menções a vazamentos de dados e questionamentos sobre a legalidade de atos praticados durante as investigações.

 

O julgamento ocorreu em plenário físico, após mudança na tramitação do caso, que inicialmente seria analisado de forma virtual.

 

Com a decisão, a CPMI do INSS deverá concluir seus trabalhos dentro do prazo previsto e apresentar o relatório final.

 

 

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