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Contraofensiva ucraniana acontecerá “em breve”, diz Zelensky

  • 4 de mai. de 2023
  • 2 min de leitura

Na Finlândia, presidente da Ucrânia também negou as acusações russas de que Kiev tenha enviado um drone ao Kremlin para assassinar Putin: "lutamos em nosso território"


Foto: Essi Lehto/REUTERS

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse nesta quarta-feira (3) que seu país em breve iniciará uma contraofensiva em seu próprio território contra as forças russas.


O presidente ucraniano também disse ter certeza de que o Ocidente forneceria a Kiev aviões de guerra modernos se seu país fosse bem-sucedido no campo de batalha, citando exemplos anteriores que levaram a Ucrânia a receber novos tipos de ajuda militar.


“É por isso que tenho certeza de que logo teremos aeronaves. Porque em breve faremos uma ofensiva, e depois dela tenho certeza de que receberemos aviões. Preferia que fosse o contrário, pois seria mais fácil para nós, mas é como é, e somos gratos por tudo”, disse Zelensky. “Precisamos deles. Realmente precisamos deles”, disse.


Zelensky também rejeitou a alegação de Moscou de que Kiev tentou atacar o Kremlin. Mais cedo, a Rússia acusou a Ucrânia de uma tentativa fracassada de assassinar o presidente russo, Vladimir Putin, em um ataque de drones ao complexo do Kremlin, no centro de Moscou, e ameaçou retaliar.


Falando em entrevista coletiva na Finlândia, o mais novo país membro da aliança militar ocidental Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Zelensky, disse que sua preocupação é defender as próprias cidades e vilas da Ucrânia contra a invasão russa, iniciada há quase 15 meses.


“Não atacamos Putin ou Moscou, lutamos em nosso território”, disse Zelensky.


Questionado sobre porque era do interesse da Rússia acusar a Ucrânia de tentar assassinar Putin, Zelensky disse: “É muito simples. A Rússia não tem vitórias. Ele (Putin) não pode mais motivar sua sociedade e não pode simplesmente enviar suas tropas para sua morte mais… agora ele precisa de alguma forma motivar seu povo a seguir em frente”.



Por Anne Kauranen e Max Hunder da Reuters

fonte: EBC


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